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Documentos do caso Epstein dizem que Trump teria forçado adolescente a fazer sexo oral

  • Divulgação
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura
Trump e Epstein juntos em festa com mulher rindo ao lado deles

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou nesta sexta-feira um enorme pacote de documentos ligados ao caso de Jeffrey Epstein, bilionário condenado por crimes sexuais e acusado de comandar um esquema de abuso e tráfico de menores.


Os arquivos tornados públicos reúnem cerca de 3 milhões de páginas, além de 180 mil imagens e mais de 2 mil vídeos, incluindo relatórios policiais, registros de prisão, avaliações psicológicas e informações sobre a morte de Epstein em 2019.


Entre o material divulgado, o nome do atual presidente dos EUA, Donald Trump, aparece citado diversas vezes. Ele consta em uma lista do FBI com denúncias feitas por meio de uma linha telefônica oficial.


Uma das alegações presentes nos documentos afirma que, décadas atrás, uma adolescente de 13 ou 14 anos teria sido forçada a praticar sexo oral em Trump, em Nova Jersey. Segundo o relato incluído nos arquivos, a jovem teria reagido e contado o episódio para outras pessoas.


Importante destacar que não há provas documentais dessa acusação nos registros divulgados, e o presidente norte-americano não comentou especificamente esse ponto.


Os arquivos também trazem informações sobre a investigação que levou à condenação de Ghislaine Maxwell, ex-companheira de Epstein, considerada peça-chave no recrutamento de adolescentes para o esquema criminoso.


Outras figuras influentes também aparecem nos documentos, como Bill Gates e o príncipe britânico Andrew, Duque de York. Ambos negam qualquer envolvimento em irregularidades. Gates classificou as acusações como “absurdas e falsas”, enquanto Andrew afirma que nunca cometeu ilegalidades.


Apesar do grande volume de material divulgado, parlamentares democratas acusam o governo americano de ainda reter parte dos documentos e de liberar muitos arquivos com cortes e trechos censurados.


O Departamento de Justiça declarou oficialmente que as alegações contra Donald Trump são “infundadas e sem credibilidade”, reforçando que, se houvesse base concreta, elas já teriam sido utilizadas judicialmente. Trump nunca foi formalmente acusado em processos ligados ao caso Epstein e sempre negou qualquer envolvimento.


Foto: Reprodução/Getty Images


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